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Para professor da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e membro da Comissão da CNA que discute o tema, oleaginosa brasileira já é superior à norte-americana e China

A Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) vem discutindo a revisão do padrão oficial de classificação da soja e de seus subprodutos, conforme estipulado pela Consulta Pública aberta na Portaria nº 532/2022, da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Ao mesmo tempo, a China, principal compradora da oleaginosa brasileira, também está revisando os requisitos dos grãos que ela adquire. Entre as demandas do país asiático estão a redução da umidade de 14% para 13% e maiores índices de óleo e proteína. De acordo com o professor da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e membro da Comissão da CNA, Paulo César Correa, o conceito de “grãos perfeitos” requerido pelos chineses impactará substancialmente no que o Brasil trabalha internamente em termos de classificação.

“Em relação à soja e agricultura tropical, o Brasil já é imbatível em conhecimentos. Claro que a divulgação e uso deste conhecimento têm de ser mais difundidos, mas somos detentores do conhecimento de agricultura tropical como ninguém no mundo. A nossa soja, por exemplo, é melhor do que a norte-americana, assim como a produtividade”, declara o professor. “Os chineses estão em busca de aumento de proteína e óleo e a nossa soja já é melhor do que a norte-americana nesses termos”, lembra.

De qualquer maneira, conforme Correa, como a China é o país que mais compra a soja nacional, cabe ao Brasil estipular um período de discussões e adaptações. Assim como o padrão que o país asiático estabelece para o gado, o professor da UFV não descarta que os requisitos para a soja sejam meramente mercadológicos. “De qualquer forma, temos de deixar muito claro que existe a oferta e a demanda. Então teremos de entrar em acordo porque, do contrário, eles não terão a oferta e isso pode complicar mais para eles do que para nós”, considera.

Por: https://www.canalrural.com.br

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TRANSFERÊNCIA DE TECNLOGIAS E INFORMAÇÕES INOVADORAS”

O Brasil hoje, sendo considerado como o maior produtor mundial de alimentos e grande exportador das principais commodities para diversos países se torna cada vez mais responsável pelo abastecimento e com isso, nos que produzimos alimentos no Estado do Maranhão, inovando tecnologicamente e sendo pioneiro em práticas sustentáveis, nos consideramos também como um celeiro abastecedor para o mundo.

Dentro desta premissa direcionaremos o tema da 18ª edição AGROBALSAS, como sendo :CONECTIVIDADE CERRADO, O GRANDE CELEIRO”, e dentro deste tema, a proposta está lançada  9 MESAS DE DEBATES, que, juntamente com Autoridades, Produtores Rurais, Representantes de Instituições, Pesquisadores, irão interagir com a Imprensa, Escrita, Falada, Televisionada e convidados especiais através do público que se fazem presente aos debates. O que certamente trará uma diferença significativa para consolidação deste grande celeiro, será a presença do Governo Itinerante liderado pelo Governador do Estado, Dr. Carlos Brandão. Um novo desafio, novas oportunidades de convergir a um objetivo único proposto pela pauta deste evento – AGROBALSAS.

Para dos principais debates propomos as seguintes Mesas e discussões:

DIA 17 DE MAIO 2022 (MANHÃ): 1ª MESA -“ CONECTIVIDADE CERRADO, O GRANDE CELEIRO”.

  • SR. JOSÉ REINALDO TAVARES – SECRETÁRIO DE ESTADO DE PROGRAMAS ESTRATÉGICOS;
  • DR. RONALDO CARMONA – DEMANDA DOS MERCADOS FRENTE A GLOBALIZAÇÃO ACELERADA;
  • PAULO KRELING – PROFISSIONALISMO DO HOMEM NO CAMPO.
  • YARA DE GEUS – PRODUTORA RURAL NO MARANHÃO;
  • DANIEL LECH – NOVOS DESAFIOS DA CLASSE PRODUTORA;
  • ALZIR AGUIAR NETO – PRODUÇÃO DE COMMODITIES NO PIAUÍ;
  • VILSON AMBROZI – PRODUÇÃO DE COMMODITIES NO MARANHÃO.

MEDIADOS PELOS REPORTERES:

  • MATIAS ALMEIDA – DIRETOR EXECUTIVO NATCAP
  • ANTÔNIO OLIVEIRA – JORNALISTA CERRADO RURAL

DIA 17 DE MAIO 2022 (TARDE): 2ª MESA -“ CONECTIVIDADE CERRADO, RUMO A CONSOLIDAÇÃO DA PECUÁRIA”.

  • PEDRO CERVI – INTENSIFICAÇÃO DA PECUÁRIA NO MATOPI;
  • LUIZ ANTÔNIO BATO – CONFINAMENTO;
  • FERNANDO CARVALHO – NUTRIÇÃO PARA RESULTADOS DE RECRIA;
  • RAFAEL BOUWMAN – TECNOLOGIAS DE PRODUÇÃO E APLICAÇÃO VOLUMOSOS EM CONFINAMENTO;
  • CLEBER ANDRADE – INTENSIFICAÇÃO DA CRIA POR NUTRIÇÃO E MELHORAMENTO GENÉTICO;
  • ANA CLAUDIA MACEDO- FORMALIZAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS DE ORIGEM ANIMAL;

MEDIADOS POR:

  • GIOVANA BAGGIO – PESQUISADORA COMUNITÀ ADVISORS
  • LISIANE HONAISER – DIRETORA PLATAFORMA AMAO

DIA 18 DE MAIO 2022 (MANHÃ): 3ª MESA -“ CONECTIVIDADE CERRADO, CREDITO RURAL E A REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA”.

  • RICARDO RUH – CRÉDITO RURAL;
  • DIOVANI ALENCAR SANTA BARBARA – REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA;

COORDENAÇÃO: DRAª. ANA CECILIA DELAVY;

MEDIADORES: DRAª. HELCRISIA ALVES E DR. DOUGLAS LIMA DA GUIA.

DIA 18 DE MAIO 2022 – (11 AS 12 HORAS):

LANÇAMENTO DO PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL BANCO DO NORDESTE.

DIA 18 DE MAIO 2022 – (A TARDE): 4ª MESA -“ CONECTIVIDADE CERRADO E O PAPEL DA MULHER NESTE GRANDE CELEIRO”.

HOMENAGEADAS AGRO OURO AGROBALSAS 2022 E CONVERSA DE MULHER PARA MULHER:

  • CINTIA CRISTINA TICIANELLI – A VIDA DE UMA MULHER, MÃE, ESPOSA E EMPRESÁRIA;
  • ALICE REGINA TORQUETI – CUIDANDO DA ALMA.

DIA 18 DE MAIO 2022 – (18 HORAS):

CASAMENTO COMUNITARIO.

DIA 19 DE MAIO 2022 – (MANHÃ): 5ª MESA -“ CONECTIVIDADE CERRADO E A CONSOLIDAÇÃO NA DIVERSIFICAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ALIMENTOS”.

  • DIEGO ROLIM – PLANO DE GOVERNO PARA O AGRONEGÓCIO FAMILIAR;
  • DIRK BRUNKHORST – FOSFATO NATURAL RESTIVO BAYOVAR;
  • ARTUR SOARES JR – PROGRAMA ASSISTEC MANDIOCA PARCERIA ABEV;
  • KAESEL DAMASCENO – PULSES E O MERCADO INTERNACIONAL;
  • RAIMUNDO ARAUJO NETO – PASTAGENS E FORRAGEIRAS PARA OS CERRADOS;
  • GERALDO MAGELA – PROCESSO CRUZAMENTO RAÇAS TROPICALMENTE ADAPTADAS.
  • DR. BENEDITO DUTRA – AGROPECUARIA MILENIUM

MEDIADORAS:

  • MANOEL CARVALHO E ALINE SILVA

DIA 19 DE MAIO 2022 – (TARDE): 6ª MESA -“ CONECTIVIDADE CERRADO, UMA NOVA VISÃO AMBIENTAL”.

  • RAYSA QUEIROZ – SECRETÁRIA DE MEIO AMBIENTE;
  • DR. SÁLVIO DINO DE CASTRO E COSTA JÚNIOR – COMPLIANCE AMBIENTAL;
  • DR. FÁBIO HENRIQUE SOUSA – LICENCIAMENTO AMBIENTAL;
  • DRª. ANA CRISTINA FONTOURA – ESTRUTURAÇÃO DE CONSELHOS AMBIENTAIS;
  • ALINE LEÃO – O VALOR DA FLORESTA EM PÉ;
  • SAMAYCON GONÇALVES – ESTRATÉGIA DA FAPCEN PARA A VISÃO AMBIENTAL;

MEDIADORAS:

  • SABRINA CAMPOS E GIOVANA BAGGIO

DIA 19 DE MAIO 2022 – (NOITE): 7ª MESA -“ CONECTIVIDADE CERRADO, INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NOS RECURSOS HUMANOS”.

  • DRª MÁRCIA DE NARDIM – MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO TRABALHISTA;
  • MARIA DE JESUS SILVA – INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA RH’s;

MEDIADORES:

  • WELLIGTON NACIMENTO E SAMAYCON GONÇALVES

DIA 20 DE MAIO 2022 – (MANHÃ): 8ª MESA -“ CONECTIVIDADE CERRADO, PARA O SEQUESTRO DE CARBONO”.

  • DR. JOÃO CARLOS DE MORAES SÁ – SISTEMA SUSTENTÁVEIS/PLANTIO DIRETO, SEQUESTRO DE CARBONO E MUDANÇAS CLIMÁTICAS;
  • DR. FABRICIO BRITO – MAPEAMENTO E MERCADO DE CARBONO NO CERRADO MARANHENSE;
  • OCTÁVIO QUEIROZ – MANEJO DE CULTURAS DE COBERTURA PARA ALTAS PRODUTIVIDADES;
  • DR. MARCOS TEIXEIRA – RESULTADOS E IMPACTOS PARA O MATOPIBA DO SISTEMA ILPF;
  • GISELA INTROVINI – PRODUTOS DIFERENCIADOS PARA MERCADOS DIFERENCIADOS;

MEDIADORES:

  • PAULO KRELING E GIOVANA BAGGIO

DIA 20 DE MAIO 2022 – (TARDE): 9ª MESA -“ CONECTIVIDADE CERRADO, A SEGURANÇA E A MINIMIZAÇÃO DE RISCOS AGROPECUÁRIOS”.

  • DR. FERNANDO HENRIQUE MARINI – DEFENSIVOS AGRÍCOLAS ILEGAIS “O BARATO QUE SAI CARO”;
  • DRAª. FILOMENA CARVALHO MATOS – PANORAMA DOS AGROTÓXICOS NO MARANHÃO;
  • JOSÉ ANTÔNIO HELUY – SECRETÁRIO DE AGRICULTURA PESCA E ABASTECIMENTO DO MARANHÃO;
  • CAUÊ ARAGÃO – DIRETOR GERAL AGED/MA;
  • TENENTE CORONEL WILLYS PABLO – 4° BATALHÃO DE BOMBEIROS MILITARES;
  • MARCELO JOSÉ DA SILVA – CHEFE DELAGACIA DA POLICIA RODOVIARIA FEDERAL DE BALSAS/MA;
  • ROOSEVELT KENEDY – DELEGADO DO 1° DISTRITO DA POLICIA CIVIL DE BALSAS/MA;
  • NILDSON LENINE – COMANDATE DA 4° BATALHÃO DE POLICIA MILITAR;
  • PAULO ROBERTO KRELING – PRESIDENTE FAPCEN;
  • DANIEL LECH – PRESIDENTE SINDIBALSAS;
  • VILSON AMBROZI – PRESIDENTE APROSOJA MA;

MEDIADORES:

  • ENGº. AGRº DIEGO AMARAL E ENGº.AGRº. FRANCISCO SARAIVA DA SILVA JÚNIOR

DIA 20 DE MAIO 2022 – (18 AS 19 HORAS):

PALESTRA SENAR

  • EGON BASTOS – ASSISTÊNCIA TÊCNICA E GERENCIAL NO SUL DO MARANHÃO.

DIARIAMENTE (DAS 8 AS 18 HORAS) – VITRINES DE CULTIVOS E PEQUENOS ANIMAIS:

1° ESTAÇÃO: DR. JOÃO DE SÁ/FEDERAÇÃO PLANTIO DIRETO NA PALHA -SEQUESTRO DE CARBONO NA TRINCHEIRA/SOLO;

2° ESTAÇÃO: WELLINGTON NASCIMENTO/ AMAPA- CULTIVARES DE ALGODÃO / SAFRINHA DE ALGODÃO;

3° ESTAÇÃO: NILDO TAVARES/ FORSEEDS E ANTÔNIO CAMPLI / MORGA-ALTA TECNOLOGIA DE MILHO HÍBRIDOS;

4° ESTAÇÃO: DR. ADÃO CABRAL/ EMBRAPA CPAMN E FREDDY TOLEDO/MAXIMA- PULSES E MERCADO INTERNACIONAL;

5° ESTAÇÃO: DR. VALDEMICIO FERREIRA/EMBRAPA CPANM -DIVERSIFICAÇÃO DE FRUTIFERAS;

6° ESTAÇÃO: BENEDITO DUTRA/AGROPECUÁRIA MILENIUM-VARIEDADES DE MANDIOCA PARA ALTOS TETOS PRODUTIVOS ;

7° ESTAÇÃO: DEMONSTRAÇÕES DE ANIMAIS DE PEQUENOS PORTE (OVINOS, PEIXES E AVES);

8° ESTAÇÃO: ENG. AGRª. JOANA ALVES, ENG° AGR° JUACY PINHEIR0, RESIDENTES MAIARA MENESES E LOURILENE CARRIA

(KNAF-CHIA / AMARANTHUS / GERGELIN / MUCUNA / GRÃO DE BICO / CROTALARIA).

POR: GISELA INTROVINI – SUPERINTENDENTE FAPCEN

Por: https://fapcen.org.br/agrobalsas-

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Levantamento do Cepea, em parceria com sistema CNA/Senar, mostra quantas sacas a mais os produtores de grãos precisam gastar para produzir um hectare em relação a maio do ano passado

Levantamento realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq) mostra que o custo de produção de soja e milho segunda safra nos dois principais estados produtores do país cresceu de 36% até quase 75% entre maio de 2021 e abril de 2022. De acordo com o estudo, ao qual o Canal Rural teve acesso, o aumento mais significativo é o do custo de produção do milho no Paraná, onde os agricultores gastam hoje 27 sacas a mais para produzir um hectare do cereal.

O estudo, que faz parte do Projeto Campo Futuro, uma parceria do Cepea com o sistema CNA/Senar, indica a relação de troca mensal dos insumos agropecuários e dos principais itens que compõem o custo de produção desses dois grãos em Mato Grosso e no Paraná.

Os sojicultores de Mato Grosso, por exemplo, tinham há um ano um custo operacional total de 25,15 sacas da oleaginosa por hectare cultivado, contra 36,48 sacas na mesma área em abril deste ano. Isso significa que o produtor mato-grossense de soja precisa hoje de 11 sacas a mais para produzir um hectare da oleaginosa. A diferença é de 45% a mais no período, com destaque para o peso relativo a fertilizantes, que passou de 8,59 sacas de soja/ha para 16,63 sacas/ha, ou 93% a mais.

Já no Paraná, os produtores gastavam 26,62 sacas de soja para produzir um hectare, ao passo que essa relação ficou em 36,4 sacas/ha em maio deste ano, uma evolução de 36,73%. Ou seja, em um ano, é preciso gastar quase 10 sacas a mais de soja para produzir um hectare. Também nesse estado o maior peso nos custos veio dos fertilizantes, que representavam gastos de 6,69 sacas/ha no ano passado e passaram a 13,25 sacas/ha agora, um aumento de 98%.

No caso do milho segunda safra, os custos operacionais foram ainda maiores entre um período e outro. Em Mato Grosso, o custo total por hectare representava 41,26 sacas do cereal em maio de 2021, contra 64,31 sacas/ha em abril deste ano, ou quase 56% a mais de um período para o outro. Os gastos com fertilizantes nesse caso saíram de 11,2 sacas de milho por hectare para 24,54 sacas/ha, aumento de quase 120%.

O custo operacional do cereal de segunda safra no Paraná, por sua vez, partiu de 36,25 sacas por hectare em maio de 2021 para 63,27 sacas/ha em abril passado, um aumento de 74,5%inacreditáveis 27 sacas a mais  para produzir um hectare de milho. Os gastos referentes aos fertilizantes utilizados no milho no estado saíram de 10,32 sacas do cereal por hectare para 26 sacas/ha em abril de 2022, ou um aumento de mais de 150% entre os dois períodos.

De acordo com Mauro Osaki, pesquisador da área de custos agrícolas do Cepea, os custos operacionais levantados pelo Projeto Campo Futuro representam o desembolso total do agricultor na produção dos grãos, não incluindo depreciação, juros e custo de arrendamento da terra. Os gastos com fertilizantes representam o orçamento dos principais tratamentos realizados na implantação das lavouras.

Por: https://www.canalrural.com.br

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Gasolina exerceu maior influência de alta sobre a inflação de abril, mas preços de alguns alimentos lideram ranking dos itens que mais subiram nos últimos 12 meses.

A cenoura ficou 178% mais cara. O tomate, 103%. Até o preço da alface disparou, com alta de 45% nos 12 meses até abril. E a saladinha do brasileiro ficou salgada – e pesada para o bolso.

A gasolina foi o item que mais contribuiu, sozinho, para a inflação de abril, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (11) pelo IBGE. Mas foram os alimentos que lideraram o ranking das maiores altas em 12 meses.

Legumes, verduras e frutas tiveram altas acentuadas, fazendo o brasileiro deixar cada vez mais dinheiro na feira: a batata inglesa subiu mais de 60%; o melão, 82%; e o brócolis, 35,7%.

Já as carnes bovinas, cujos preços dispararam no ano passado, não aparecem no ranking das maiores altas. Mas o frango em pedaços – uma alternativa mais barata de proteína – aparece na lista, subindo mais de 20%.

Por: https://g1.globo.com

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De acordo com o Ministério da Agricultura, os recursos devem ser distribuídos também entre operações de custeio, comercialização e investimento

A ex-ministra da Agricultura, deputada Tereza Cristina (PP-MS), disse nesta terça-feira (10), durante uma reunião na Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que o presidente Jair Bolsonaro deve sancionar o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN1/2022) nesta quarta-feira (11).

Entre vários pontos, a matéria destina R$ 868,5 milhões para a reabertura de linhas de crédito relacionadas ao Plano Safra 21/22.

Para Tereza Cristina, essa é uma vitória de toda a bancada que lutou pela aprovação e tem trabalhado de forma contínua para o sucesso do agronegócio brasileiro e do desenvolvimento do país.

“Trazer a notícia de que a redação final já está pronta no Ministério da Economia e a Lei às vias de ser sancionada nos traz a certeza de que mais um árduo trabalho foi concluído. Nossa intenção é fortalecer ainda mais quem trabalha pelo agro. E quem trabalha pelo setor, trabalha pelo bem do Brasil”, diz.

O deputado federal Domingos Sávio (PL-MG) enfatiza a importância do setor poder contar com o orçamento e das melhorias para quem trabalha na produção de alimentos.

“O PLN 1, dá condições de trabalho ao produtor, ele completa o orçamento, garantindo a liberação do crédito rural que está suspenso desde fevereiro. É, sem dúvida, fundamental para o agro brasileiro, do pequeno ao grande produtor, pois ele impacta na produção de alimentos no Brasil”, afirma.

De acordo com o Ministério da Agricultura, os recursos devem ser distribuídos também entre operações de custeio, comercialização e investimento, além de financiamentos no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

Fertilizantes

A reunião desta terça-feira na FPA também contou com a presença do embaixador do Brasil no Canadá, Pedro Henrique Lopes Borio.

Ele salientou que a visita da então ministra da Agricultura, Tereza Cristina àquele país, em março deste ano, foi fundamental para uma importante aproximação entre os países.

“Foi possível aprofundar o diálogo e tenho convicção que o agro como um todo será uma importante porta de entrada para novas conversas”, frisou.

Borio recordou, inclusive, que Tereza viajou com o intuito de garantir o envio de fertilizantes do Canadá para o Brasil, na oportunidade foram negociadas 500 mil toneladas do insumo. “Ela brincou que esperava sair com mais, mas foi uma conquista e tanto”, afirmou.

A deputada Tereza Cristina agradeceu a retribuição da visita e disse esperar mais retornos positivos entre os dois países. “Espero que tenha sido apenas o ponto de partida para que o Brasil e o Canadá continuem abertos ao diálogo”, encerrou.

Por: https://www.canalrural.com.br

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A produção média diária de leite da vaca foi de 80,1 quilos; superando o recorde mundial anterior, de 78 kg, conquistado em 2017

O 42º Concurso Leiteiro, realizado durante a 87ª ExpoZebu, em Uberaba, consagrou a nova recordista mundial em produção de leite.

A nova campeã gir leiteiro, a Iluminada Teatro FIV do Fundão, produziu 80,15 kg em 24 horas.

A vaca, que tem 8 anos e está no quarto parto, expressou todo seu potencial leiteiro.

O feito, superou o recorde anterior, de 78 kg, conquistado durante o Torneio Leiteiro da ExpoGil em 2017.

Outro recorde batido durante a Expozebu foi a arrematação de uma vaca com valorização recorde de R$ 7.98 milhões, a maior já atingida por um animal nelore.

A vaca que participou do concurso leiteiro é filha de Teatro da Silvânia. Segundo o coordenador de Produto e Atendimento Leite da ABS, Fernando Rosa, a família Teatro representa imensa relevância para o agronegócio.

“A importância do Teatro para a pecuária é certamente muito grande, pela qualidade de suas filhas, pela produção de leite e estrutura corporal. Essa importância levou à produção de seu clone, o Teatro II da Silvânia. O Teatro II, que integra a bateria de touros da ABS, é um dos líderes de vendas da empresa e possui inúmeros clientes satisfeitos com sua produção”, diz Rosa.

O concurso foi organizado em três ordenhas diárias, às 6 horas, 14 horas e 22 horas, no complexo Leiteiro Vanderley de Andrade.

As ordenhas oficiais começaram no dia 1° de maio, às 14 horas.

Todo o processo foi fiscalizado pelos jurados 24 horas por dia, até o dia 4 de maio.

A competição foi dividida em três campeonatos, por raça, em função da idade: fêmea jovem, com menos de 36 meses; vaca jovem de 36 até 48 meses; e vaca adulta, superior a 48 meses. A vaca recordista se encaixou na última categoria.

O resultado final do concurso, foi obtido por meio de eliminação da ordenha com maior litros de leite, entre as dez oficiais durante o concurso.

A base desse processo foi a produção total de leite e leite corrigido para sólidos totais e a produção média de leite e leite corrigido para sólidos totais em 24 horas.

O encerramento do Concurso Leiteiro e divulgação dos resultados foi realizado nesta quarta-feira (4), no Complexo Leiteiro Vanderley de Andrade, como parte da programação da ExpoZebu.

No total, 71 matrizes foram inscritas para a prova esse ano, recorde da feira.

* Sob supervisão de Gabriel Azevedo

Por: https://www.canalrural.com.br

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No último mês, o Ministério da Agricultura autorizou a retomada parcial de produção e comercialização de cerveja

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) finalizou os procedimentos de apuração das infrações administrativas cometidas pela cervejaria Backer.

As infrações, detectadas pela equipe de auditores fiscais federais agropecuários, resultaram na aplicação de multa no valor de de R$ 5.099.193,00, além da inutilização dos produtos apreendidos e interdição parcial do estabelecimento.

As penalidades foram impostas devido ao estabelecimento ter ampliado e remodelado a área de instalação industrial registrada, sem devida comunicação ao Mapa; deixar de atender intimações, dentre elas a de recolhimento dos produtos; alterar a composição de cervejas sem a prévia comunicação; comercializar cerveja sem devido registro do produto e por produzir, engarrafar e comercializar 39 lotes de cerveja com presença de monoetilenoglicol ou dietilenoglicol.

Essa liberação, que continua em vigor, foi concedida para duas adegas no parque industrial da empresa, após serem atendidas as exigências para garantir a segurança dos produtos, referentes às condições dos tanques de fermentação e equipamentos que serão utilizados neste retorno.

O estabelecimento foi interditado em janeiro de 2020, após a ocorrência de casos de contaminação das bebidas com dietilenoglicol, identificadas em análises realizadas no Laboratório Federal de Defesa Agropecuária.

Na época, a apreensão dos produtos realizada nas dependências do estabelecimento e no comércio em Minas Gerais contabilizaram um total de 79.481,34 litros de cerveja com presença dos contaminantes, de várias marcas e vários lotes, sendo deste total 56.659 garrafas, que ofereciam riscos aos consumidores. Também foram recolhidos todos os produtos da marca do comércio.

Para o retorno, a cervejaria substituiu em seu processo o fluido refrigerante por solução hidroalcoólica – solução que contém água e álcool. Desde novembro de 2021, a empresa vem produzindo cerveja no parque fabril em formato teste para que os produtos fossem submetidos a novas análises. Com a provação, a Cervejaria Backer está autorizada a produzir, envasar e comercializar seus produtos.

Por: canalrural.com.br

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Marcos Montes afirmou que a discussão sobre equalização dos juros tem como base o valor aplicado na última safra, de aproximadamente R$ 13 bilhões

Com o aumento da taxa de juros, as negociações em torno do próximo plano safra devem ficar ainda mais difíceis.

Em entrevista publicada nesta quarta-feira (4) pelo jornal ‘O Estado de São Paulo’, o ministro da agricultura, Marcos Montes, disse que  o Plano Safra 2022/23 é um assunto delicado. 

Ao ser questionado sobre recursos para a equalização de taxas de juros do próximo ciclo, que começa em julho, Marcos Montes disse que a discussão sobre equalização tem como base o valor aplicado no último plano, de aproximadamente R$ 13 bilhões.

“Em cima disso temos de jogar o diferencial de juros do ano passado para este, de três, três e setenta e cinco ao ano, para doze por cento ao ano. E tem também os custos da produção, que aumentaram muito”

Ainda na entrevista, o ministro disse que vai trabalhar pela redução das taxas de juros e maior abrangência do plano safra a ser lançado em julho.

“Hoje, quando o produtor vai captar em qualquer ente privado, a taxa bate em 16%, 17%, até 20% ao ano. Eu vou trabalhar para que as taxas do plano safra fiquem abaixo da casa de dois dígitos. Como fazer isso? Veremos. Sou da opinião de que temos de atender um leque maior de produtores, principalmente porque não sabemos como vai se comportar o mercado financeiro nos próximos meses, nos próximos anos”, disse Montes.  

Por: canalrural.com.br

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Árvore tem cerca de 7 milhões de hectares plantados no país

O eucalipto tem grande importância comercial para a economia brasileira com cerca de 7 milhões de hectares plantados no país. A resposta pela alta procura está na adaptabilidade às diversas regiões do país e no potencial econômico.

Há mais de 700 espécies de eucaliptos reconhecidas e a produtividade média nacional é de 41 m³ por hectare, em ciclos de corte de aproximadamente sete anos.

E entre as diversas utilidades dessa árvore está a produção de energia, que é realizada a partir da extração de lignina da madeira, que, por sua vez, é matéria prima para o licor negro.

“O licor negro é produzido no processo de fabricação de celulose. Resumidamente, a madeira é composta de celulose e lignina. No processo de fabricação de celulose a madeira é processada através de produtos químicos para dissolver a lignina, liberar as fibras de celulose, que é o nosso produto principal. Então o licor preto nada mais é do que a lignina dissolvida juntamente com os produtos químicos que são usados no cozimento da madeira”, explica Marco Antonio Fuzato, que é gerente executivo da Suzano.

A utilização da lignina para produção do licor preto, além de gerar energia também promove a economia circular na indústria de produção de papel, já que evita o descarte de resíduos.

“Quando nós usamos o licor preto e, consequentemente, a lignina, nós reduzimos a geração de resíduos sólidos, reduzimos o uso de combustíveis fósseis, reduzimos o custo de produção, ou seja, torna o processo de fabricação de celulose econômico e totalmente sustentável”, conclui Fuzato.

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O eucalipto tem grande importância comercial para a economia brasileira com cerca de 7 milhões de hectares plantados no país. A resposta pela alta procura está na adaptabilidade às diversas regiões do país e no potencial econômico.

Há mais de 700 espécies de eucaliptos reconhecidas e a produtividade média nacional é de 41 m³ por hectare, em ciclos de corte de aproximadamente sete anos.

E entre as diversas utilidades dessa árvore está a produção de energia, que é realizada a partir da extração de lignina da madeira, que, por sua vez, é matéria prima para o licor negro.

“O licor negro é produzido no processo de fabricação de celulose. Resumidamente, a madeira é composta de celulose e lignina. No processo de fabricação de celulose a madeira é processada através de produtos químicos para dissolver a lignina, liberar as fibras de celulose, que é o nosso produto principal. Então o licor preto nada mais é do que a lignina dissolvida juntamente com os produtos químicos que são usados no cozimento da madeira”, explica Marco Antonio Fuzato, que é gerente executivo da Suzano.

A utilização da lignina para produção do licor preto, além de gerar energia também promove a economia circular na indústria de produção de papel, já que evita o descarte de resíduos.

Por: planetacampo.com.br

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Brasil é exemplo para o mundo na utilização de fontes de energia renováveis

O Brasil é exemplo para o mundo quando o assunto é o uso de energia. De acordo com dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a matriz brasileira atual é formada por 48,4% de fontes renováveis, ou seja, de recursos capazes de se refazer a curto prazo. Ao redor do globo, apenas 13,8% da matriz energética é sustentável.

Entre as nações que formam o Brics (Brasil, Rússia, África do Sul, Índia e China), por exemplo, as fontes de energia fósseis são as mais utilizadas, chegando a representar 97% na África do Sul, 94% na Rússia, 92% na Índia e 87% na China. Isso é o que demonstra um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Segundo o relatório Síntese do Balanço Energético Brasileiro 2021, divulgado pela EPE, entre as fontes de energia renováveis do Brasil, a biomassa da cana-de-açúcar tem um papel bem relevante e representa 19,1% do total.

Além disso, de acordo com a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Única), a geração de energia realizada pelo setor sucroenergético na última década evitou a emissão de 70,1 milhões de toneladas de CO2 equivalentes. O montante equivale a soma das emissões de Portugual e Dinamarca no ano de 2020, por exemplo.

A Biomassa da Cana

A biomassa da cana é um subproduto fibroso da moagem da cana, que resulta em bagaço e palhada, e que pode ter diversos usos, desde a produção de energia através da queima, até a incorporação ao solo ou como parte integrante da dieta bovina.

“O que é energia? A energia é colocar algo em movimento. Então a gente tem a energia elétrica, que é feita através do bagaço [da cana] que queima na caldeira e parte dessa energia gerada a unidade industrial utiliza para existir, funcionar, e o excedente dessa energia, na verdade, ele coloca à disponibilidade na rede. E quando a gente fala de um processo sustentável de produção de energia, veja, eu tô produzindo energia elétrica através de um recurso que até então não era aproveitado, que é o bagaço (…). Hoje a cana é 100% aproveitável”, explica Almir Torcato, que é gestor executivo da Canaoeste.

Por: planetacampo.com.br

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