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O idealizador de “O Primo Rico” compartilha suas experiências espirituais e esclarece que “ganhar dinheiro não é pecado”.

O rumo de uma vida pode mudar a partir da leitura do livro de Provérbios? De acordo com a trajetória do empresário Thiago Nigro, “sim”. O idealizador do projeto “O Primo Rico” disse que, mesmo sem uma motivação espiritual, teve um encontro com Deus.

Em entrevista ao JesusCopy Podcast, apresentado por Douglas Gonçalves, na última terça-feira (16), Nigro comentou que o conteúdo de Provérbios é tão profundo que ele não conseguia sair do primeiro capítulo. 

“Tudo o que eu já tinha lido na minha vida estava ali”, disse ao compartilhar que mesmo sob a ótica dos negócios, descobriu na Bíblia um “manual sobre como se deve viver”. 

Mudança de mentalidade

Vindo de uma família de origem espírita, Nigro confessa que não tinha muita espiritualidade: “Só pensava em trabalho e dinheiro”. Mas, a partir do contato com o pastor e treinador de líderes, Tiago Brunet, seus pensamentos mudaram. 

Nigro revela que não tinha nenhuma afinidade com as Escrituras: “Para mim, a Bíblia era muito difícil de digerir”. Porém, quando Brunet apontou muitos textos bíblicos falando sobre dinheiro, Nigro ficou curioso. 

“A gente não entende como Deus trabalha”, disse ao destacar que foi a partir de uma mentoria de negócios que passou a ver Deus se revelar. “Eu fiz desafios e pedi sinais e Deus respondia”, continuou. 

“Não posso confundir a vontade de Deus com a minha”

Nigro escolheu ter um relacionamento com Deus e fez esse anúncio aos seus seguidores, em novembro de 2021. Em março de 2022, foi batizado nas águas do rio Jordão, em Israel. 

“Comigo aconteceu um milagre e então se tornou indiscutível a existência de Deus”, declarou na ocasião. 

Hoje, Thiago Nigro disse que tem aprendido a lidar com a nova pessoa que se transformou. “Depois de abandonar o velho eu, preciso saber como lido com esse novo Thiago, pois agora eu tenho um Conselheiro, e não posso confundir a vontade de Deus com a minha”, explicou.

Conforme o empresário, essa fase passa por chegadas e partidas de pessoas. “Algumas pessoas são praticamente arrancadas de nossas vidas, mas para nós elas eram importantes”, mencionou. 

Compartilhando a transformação

Nigro conta que decidiu falar publicamente sobre sua fé durante um evento de finanças e que não imaginava a reação das pessoas. “Nunca havia sentido tanta energia, as pessoas começaram a chorar enquanto eu contava a minha experiência. Foi bizarro”, interpretou. 

“Eu comecei dizendo que aquele dia seria diferente pois eu não falaria às mentes, mas aos corações das pessoas”, disse ao revelar que ao final do evento, porém, sentia um peso estranho dentro dele. 

“Quando já estava no camarim, o Tiago Brunet, sem saber de nada, enviou uma mensagem alertando sobre a guerra espiritual que eu viveria após revelar sobre a minha fé às pessoas e realmente isso aconteceu”, citou.

“Sua missão é falar de Deus”

“Tem muitas coisas acontecendo na minha vida”, disse ao compartilhar sobre os sinais e recados que recebe de Deus através de pessoas que ele nem mesmo conhece.

“Já me disseram: ‘sua missão é falar de Deus para quem só está disposto a ouvir você’. Eu ouvi isso de duas pessoas diferentes e depois ouvi coisas semelhantes”, contou. 

Isso tudo mudou a mentalidade de Nigro que mergulhou no mundo das finanças para ser rico. “E eu queria ser rico no aspecto material mesmo. Já fui garçom, barman e depois fui trabalhar no mercado financeiro”, especificou. 

Aos 27 anos, já vivendo sua liberdade financeira, passou a ensinar sobre o que aprendeu. Porém, agora ele tem recebido novas lições que ultrapassam seu entendimento

“As metáforas, parábolas e histórias bíblicas se aplicam até no mercado financeiro. Está tudo lá, escrito de forma lúdica. A Bíblia fala de liderança e de tantas coisas boas. É um manual”, reconheceu. 

“Eu não escolhi o dinheiro”

Ao falar sobre dinheiro e citar a parábola do camelo e a entrada do rico no Reino de Deus, Nigro disse que compreendeu que a sua relação com o dinheiro não entrava em conflito com seu relacionamento com o Criador. 

“Ganhar dinheiro não é errado e não é pecado. Mas, eu entendi que o dinheiro não é meu, e sim uma ferramenta. O dinheiro não pode estar acima de Deus. O problema é amar o dinheiro, pois ele nunca será suficiente”, concluiu. 

Por: https://www.guiame.com.br

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Milhares de jovens se comprometeram com o “ide” no The Send em Kansas City.

Com os sapatos levantados, dezenas de milhares de jovens se comprometeram com o “ide” no The Send em Kansas City, no fim de semana. Foram cerca de 12 horas de adoração, oração e ministrações no Estádio Arrowhead, nos Estados Unidos.

O site Charisma News relata que, na semana que antecedeu o evento, os jovens compartilharam o Evangelho com quase 5 mil casas e doaram alimentos e bens a mais de 6 mil famílias.

Além disso, pelo menos 800 igrejas em Kansas City colaboraram com The Send e os ministérios parceiros Jovens Com Uma Missão (JOCUM) e Awaken The Dawn. Foram semeados US$ 1,5 milhão em bairros carentes de Kansas City durante uma semana de treinamento ministerial, evangelismo, oração e adoração.

“Como um cara de Kansas City, este é um presente incrível para nossa cidade”, disse Mike Bickle, fundador da International House of Prayer (IHOPKC) em Kansas City.

“Sou pastor aqui há 40 anos”, acrescentou Bickle. “Onde quero chegar é que esse grupo vem à nossa cidade, prega em 5.000 casas, dá comida para outras 6.000 casas, mobiliza 800 pastores, toca todo o sistema de assistência social e não pede nada [em troca]”, disse o pastor, antes de levantar uma oferta para o The Send.

Chamado para missões

Liderando o clamor “viver é Cristo; morrer é lucro”, Andy Byrd, da JOCUM, lembrou que há muitos campos missionários a serem alcançados: escolas secundárias, faculdades, comunidades e nações.

“Há 3,2 bilhões de pessoas que vão para a cama esta noite, sem nunca ter ouvido o nome de Jesus”, disse Byrd. Ele acredita que 200.000 novos missionários fariam um grande impacto para evangelizar os não-alcançados.

“Existem 424.000 missionários em todo o mundo”, disse Byrd. “Há seis vezes mais pessoas trabalhando no Walmart do que alcançando os 3,2 bilhões de pessoas em todo o mundo”, lamenta.

Byrd destacou também que há mais de 2.000 línguas sem uma única página das Escrituras traduzida em seu idioma e que apenas 0,1% dos membros da igreja americana são missionários.

Ele ainda citou estudos que indicam que, nos próximos 11 anos, a Bíblia estará disponível em todos os idiomas pela primeira vez. “Haverá um ano – digamos 2033 – em que a última língua na terra adorará Jesus pela primeira vez”, disse Byrd.

Junto com outros líderes, Byrd orou para que durante o The Send, milhares de jovens com chamados para nações fossem marcados por Deus.

Movidos pela devoção a Cristo

O pastor Lou Engle, líder do ministério The Call, desafiou os jovens a ter uma vida de devoção a Jesus. Já a missionária Heidi Baker, que atua em Moçambique, orou por cura e despertar de dons. 

“Os santos de Deus vão para baixo. Nós vamos devagar. E nós vamos amá-Lo. Haverá misericórdia em nossos corações. E uma espada de misericórdia e justiça em nossas mãos. É um lugar de santidade onde somente Jesus segura cada rédea para cada carruagem”, disse Baker.

O evangelista Daniel Kolenda, da Cristo Para Todas as Nações (CfaN), concluiu o evento com as palavras do profeta Isaías. “Isaías viu o Senhor alto e exaltado”, observou. “Nós vimos a beleza do Senhor hoje. Acredito que nossos corações foram purificados hoje na presença do Senhor.”

O próximo The Send nos EUA acontecerá em Nashville, em 13 de maio de 2023, no estádio Nissan. Este ano, em 22 de junho, será realizado o The Send Noruega, na Telenor Arena, em Oslo.

Por: https://www.guiame.com.br

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Silmara Marques comemorou seu primeiro Dia das Mães com seus “bebês milagres”, após 10 anos tentando engravidar.

No domingo (8), Silmara Kelly Marques, de Bertioga, no litoral de São Paulo, comemorou seu primeiro Dia das Mães com o seu casal de gêmeos recém-nascidos, após 10 anos tentando engravidar e sofrer três abortos.

Ao G1, a mãe de 35 anos, contou a emoção de celebrar a data com seus “bebês milagres”. “Deus nos escolheu a dedo. Nunca imaginei que eu seria mãe de gêmeos e naturalmente ainda”, disse ela.

Segundo Silmara, ela e o esposo não tiveram dificuldades para engravidar no início das tentativas. “Com três anos de casados eu parei de tomar o anticoncepcional e depois de um mês já consegui engravidar”, relatou.

Porém, tudo mudou no primeiro ultrassom, que mostrou que não havia batimentos cardíacos no útero. Na ocasião, o médico informou que só havia o saco gestacional e que Silmara sofreria um aborto instantâneo.

Nas gestações seguinte, a mulher que sonhava em ser mãe, teve trombofilia, uma condição que aumenta o risco de abortos durante a graidez, e perdeu mais dois bebês.

“Na primeira gravidez tive uma trombofilia gestacional. Na segunda vez, foi nas trompas, porém não chegou a desenvolver a trombose completa. A terceira e última vez, eu tive um sangramento e um aborto espontâneo”, explicou a mãe.

Depois de passar três vezes pelo trauma de perder um bebê, Silmaria diz que pensou em desistir de engravidar. 

“O último aborto foi há dois anos. Nessa época, o bebê sequer se desenvolveu. Eu comecei a sangrar e fui para o hospital. Quando saí da maternidade, queria desistir de tentar engravidar, mas sabia que não conseguiria”, revelou.

Ela contou que no Dia das Mães de 2020 passou por um momento difícil, quando a empresa onde trabalha fez uma homenagem pela data, enquanto ela recém tinha passado por um aborto instantâneo.

“Eu comecei a chorar e liguei para a minha mãe. Achei que Deus não queria que eu fosse mãe e que minha hora nunca iria chegar”, lembrou.

“Bebês milagres”

Após 10 anos de tentativas, em 2021, Silmara e o marido descobriram a quarta gravidez. Para ela, a notícia foi um misto de medo e alegria. “Meu maior trauma era o ultrassom. Sempre que ia fazer o exame, não tinha bebê, nem batimentos. Não tinha nada”, confessou.

Mas, desta vez, Silmara pode ouvir os batimentos cardíacos em sua barriga e ainda teve uma grande surpresa. “Quando o médico me perguntou se eu e meu marido tínhamos gêmeos na família, já ficamos em choque. Foi a primeira vez que eu escutei os batimentos dos meus bebês”, disse.

Logo no início, a gestação foi considerada de alto risco e Silmara passou a fazer tratamento com medicamentos, devido ao histórico de trombofilia, pressão alta e sobrepeso. Com 34 semanas, o casal de gêmeos nasceu de cesariana.

“Foi inexplicável. Fiquei sem palavras só de saber que meus bebês estavam comigo. Quando lembro de tudo o que passei, choro de emoção. Já chorei pedindo para Deus por um bebê e Deus me deu dois. Às vezes, nem eu acredito”, celebrou a mãe.

Os gêmeos, agora com dois meses, estão saudáveis e Silmara está aproveitando cada momento da maternidade. Ela ainda contou que faz orações diárias para proteção de sua família.

“Dar banho, trocar de roupa, acordar de madrugada, tudo inexplicável. O que eu estou vivendo ao lado dos meus bebês e do meu marido é maravilhoso”, finalizou.

Por: guiame.com.br

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Em meio a desafios na vida pessoal, Jody McBrayer precisou lutar contra a depressão quando era integrante da famosa banda cristã Avalon.

A banda pop rock cristã Avalon esteve no foco das atenções durante muitos anos, com apresentações dentro e fora dos EUA. Com cerca de 4 milhões de discos vendidos, o grupo teve diversas canções alcançando o topo das paradas.

Enquanto a Avalon estava em grande ascensão, com a agenda tomada por viagens e apresentações, Jody McBrayer começou a enfrentar desafios em sua vida pessoal, com enfermidade e questões em sua vida conjugal. Além disso, sofrimentos de sua infância por abuso sexual nunca o abandonaram.

Em 2007, após ser diagnosticado com uma doença cardíaca degenerativa, Jody decidiu deixar a Avalon. Ao mesmo tempo, seu casamento estava sofrendo e ele percebeu que estava lidando com alguns problemas de saúde mental.

Luta por restauração

Em uma entrevista recente ao The Tennessean, o cantor cristão falou sobre sua depressão e pensamentos suicidas, que estão detalhados em seu livro de memórias, e pediu aos crentes que parem de estigmatizar a doença mental.

Jody conta que enfrentar a depressão especialmente foi muito difícil, porque era conhecida como doença das mulheres e não era algo falado na igreja.

“O assunto tornou-se tabu dentro dos muros da igreja, e admitir lidar com a depressão traria julgamento, ridículo e vergonha das pessoas que deveriam tê-los ajudado a se curar em primeiro lugar”, escreveu Jody em suas memórias.

Segundo ele, parte dessa dificuldade é porque “existe toda uma percepção de perfeição que é perpetrada. Todos esperam que você esteja no seu melhor o tempo todo, e mesmo que você não esteja, não pode deixar ninguém saber que você tem falhas ou erros”.

O cator também revelou que aos 7 anos foi molestado por um conhecido da família, tornando-o o segundo artista da música cristã contemporânea – o outro é Donnie McClurkin – a divulgar publicamente que é um sobrevivente de agressão sexual na infância.

Trazer as feridas à tona

Quando ele considerou escrever o livro de memórias “So Far, So Good: …but it was touch and go there for a while” alguns anos depois, disse que sabia que queria usá-lo como uma plataforma para encorajar pessoas com depressão a procurar ajuda.

“Isso é 110% da razão pela qual escrevi o livro”, justificou.

Jody conta que lutou por meses sobre revelar esses sofrimentos em sua infância em seu livro. Ele diz que ao decidir contar sua história espera que a revelação sirva como uma espécie de chamado aos cristãos que sofrem sozinhos.

“O abuso sexual infantil é algo muito mais comum do que pensamos”, escreve ele no livro.

“[E] é minha mais profunda esperança que minha história encoraje alguém com um segredo semelhante a ver que trazer essas feridas à tona é o primeiro passo no processo de cura”.

O abuso

Jody diz que os abusos aconteceram quando vivia com sua família em um subúrbio rural da classe trabalhadora de Tampa, Flórida, onde seu pai, um carteiro, era ativo na igreja batista do sul local.

O agressor de Jody era um popular professor da Escola Dominical recém-saído da faculdade, cujos pais eram amigos de seu pais.

O primeiro ataque aconteceu à noite, após um culto no pátio da igreja. O professor estava empurrando Jody e dois irmãos no balanço. Depois que os irmãos saíram com seus pais, o agressor molestou Jody.

“Lembro-me de chorar o tempo todo”, disse Jody em entrevista ao The Tennessean, entre lágrimas 44 anos após os ataques.

“Lembro-me dele me dizendo que se eu contasse alguma coisa, meu pai perderia o emprego na igreja. Eu estava tão envergonhado e tão humilhado. Eu estava com medo de dizer alguma coisa, pensando que talvez fosse minha culpa”, disse ele.

“Meus pais eram super-respeitados na igreja e muito populares. Eu sabia que se eu incitasse isso, seria horrível. Eu apenas mantive minha boca fechada.”

Outros ataques se seguiram e Jody decidiu parar de ir à escola dominical. “Mas eu o via todos os domingos. Eu sabia que ele era mau.”

Jody não disse nada sobre o abuso sexual até seus 20 e poucos anos, quando contou a uma terapeuta, que o orientou a contar a seus pais em uma sessão de grupo com ela. Ele diz que as revelações partiram o coração de seu pai.

Ele diz que enterrou as memórias novamente, continuou com sua carreira de cantor, se casou e teve uma filha. Mas quando seu pai morreu em 2000, ficou abalado.

Especialista em bagunça

As lutas de saúde mental de Jody culminaram em 2014 durante férias em família em uma praia da Flórida. No livro, ele descreve caminhar para o oceano e considerar acabar com sua vida por afogamento.

Depois de revelar sua ideação suicida a um amigo pastor, Jody começou a ver um terapeuta de Nashville, que o ajudou a lidar com a depressão.

Jody contou em uma podcast cristão que confiou em Deus que é especialista em bagunça, como a que sua vida havia se tornado.

“Nos últimos anos, percebi que há cura em saber que você não está sozinho”, compartilhou Jody McBrayer.

“Há esperança em sentir que você não é o único. Isso não é apenas sobre minha vida, é sobre compartilhar a fidelidade milagrosa de Deus e como, mesmo nas circunstâncias mais difíceis, ele sempre esteve lá trabalhando”, diz.

“Minha oração é que através dessas palavras, alguém se veja em mim e encontre conforto, força e compreensão. Eu oro para que isso os ajude a ver que Jesus não apenas como Aquele que os ama, mas que é louco por eles, e nunca pare de trabalhar em seu nome.”

Com essa convicção, Jody passou pelos altos e baixos de sua vida, ao longo dos anos. No final, ele conseguiu encontrar a luz novamente.

Ele escreve em seu livro:

“Minha verdade é que Deus fez algo milagroso para salvar minha vida nas águas do Golfo do México naquela noite. Nas semanas e meses que se seguiram, Ele fez coisas ainda mais milagrosas para provar a Si mesmo para mim e consolidar meu chamado de maneiras que eu nunca teria imaginado. Agora é minha responsabilidade compartilhar tudo o que Ele fez em minha vida com a esperança de que de alguma forma isso fará uma diferença marcante na sua”.

Por: guiame.com.br

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O goleiro do Palmeiras, Marcelo Lomba, contou seu testemunho no programa Brothers da Bola.

O goleiro do Palmeiras, Marcelo Lomba, carrega de berço a paixão pelo futebol, mas descobriu o seu relacionamento com Deus ao longo do caminho. Em entrevista ao programa Brothers da Bola, da Rádio Trans Mundial, ele revela que o “Deus jogou uma isca no futebol” para alcançá-lo.

“Deus jogou uma isca no futebol para me alcançar primeiro e depois para eu conhecer quem Ele é”, disse o goleiro de 35 anos.

Lomba iniciou sua trajetória no futebol no Flamengo e passou por outros grandes clubes como Bahia, Internacional e atualmente Palmeiras. Ele foi criado em uma família católica e passou a ouvir mais sobre Deus nos bastidores do esporte, onde aconteciam diversas reuniões de atletas cristãos.

Em 2010, quando atuava no Flamengo, Lomba tinha uma carreira promissora. Enquanto isso, seu amigo de clube, o volante Rômulo, estava numa fase profissional difícil. A fé de Rômulo diante das dificuldades tocou o goleiro.

“O Rômulo era meu grande amigo desde os 14 anos”, conta Lomba. “Quando ele voltou para o Flamengo — ele estava separado, seu contrato ia acabar e ele ia ser mandado embora — foi a primeira vez que eu vi ele falar de uma forma mais clara sobre Jesus”.

“Naquele momento o Rômulo não tinha nada a me oferecer, ele não estava em um bom momento na carreira. Mas por ser meu amigo, ele começou a falar sobre coisas que eu nunca tinha ouvido. Por exemplo, sobre o relacionamento com a noiva dele, posturas que ele estava tendo. Ele era o primeiro a chegar no treino, mesmo que o treinador não gostasse dele. Ele começou a me dar insights no dia a dia que começou a me comover”, lembra.

Poder do testemunho

Um dia, Rômulo disse a Lomba uma frase, cheio de convicção: “Eu tenho certeza que a minha vida vai avançar”. Na época pareceu algo sem sentido, mas o goleiro ficou impressionado com a fé do amigo.

Passaram-se alguns meses, o Flamengo contratou um novo treinador, Rogério Lourenço, que escalou Rômulo como titular na Copa Libertadores da América. “Eu vi o Rômulo sair de última opção para ser titular no time”, lembra Lomba. “Foi um grande testemunho de fé para mim.”

O goleiro reconhece que Deus falou com ele através do futebol. “Eu também queria ser titular e comecei a ver o Rômulo vivendo o que eu queria viver. Então eu vi que esse Deus era poderoso mesmo”, brincou.

Desde então, Lomba afirma estar vivendo uma vida “de milagres”, que apesar de ser marcada também por frustrações, “tudo cooperou para o bem.”

Em outro momento da entrevista, Lomba explicou como evangeliza seus colegas de profissão: “Minha maior forma de pregar o Evangelho é no dia a dia. Uma coisa que baseia a minha fé é entender primeiro quem Deus é, e depois quem eu sou”, disse.

“Quando entendemos nossa identidade em Cristo, as coisas fluem mais facilmente. É muito mais fácil focar no que ‘eu sou’ do que no que ‘eu faço’, porque quem eu sou é algo que depende exclusivamente de Deus, e o que eu faço pode estar relacionado a muitas coisas” acrescentou o atleta. “A gente vai errar às vezes, mas quando temos uma identidade, temos certeza que vamos dar frutos. É como uma árvore: ela não faz força para dar frutos.”

Lomba diz que tem aproveitado toda oportunidade de mostrar quem ele é, seja como pai, marido, amigo ou atleta, para assim mostrar o caráter de Cristo. 

“A cada conversa que eu tenho, seja falando sobre futebol, família ou investimentos, tenho a oportunidade de mostrar quem eu sou, e com isso vou estar refletindo Jesus, porque meu manual de vida é a Palavra de Deus”, finalizou.

Por: guiame.com.br

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Misti Doyle conta que ficou surpresa e agradecida pela oração e decidiu compartilhar sua experiência no Facebook.

A postagem de uma mulher em seu Facebook chamou a atenção de seus amigos e seguidores. Ela publicou uma foto no momento em que um policial reconheceu uma mulher que ele havia prendido há algum tempo e a chamou de lado para abençoá-la com uma oração.

Misti Doyle, de Hutchinson, no Texas, conta que ficou surpresa e agradecida e decidiu compartilhar sua experiência no Facebook.

A imagem mostra Misti e o sargento Truan de mãos dadas em oração. Ela chamou o momento capturado de “incrível” e “impactante”.

A mulher também se lembrou que o policial foi um dos agentes que a prenderam em 15 de setembro de 2019. Na época, ela estava profundamente viciada. Mas, mesmo que a sociedade a visse como uma viciada, o sargento Truan não a via assim.

Esse tratamento a ela se demonstrou nas atitudes do policial.

“Estava quente naquele dia, eu estava sentada no carro da polícia e ele me perguntou se eu preferia estar no ar-condicionado”, escreveu.

“Ele também garantiu que eu tivesse bastante água para beber e falou comigo com respeito, bondade e compaixão, embora ainda tivesse um trabalho a fazer. E fui presa naquele dia”, relembra.

Policial gentil

O excelente oficial também encorajou Misti quando ela estava tão abatida com seu fracasso. Ela não esqueceu o que ele disse a ela. “As pessoas cometem erros”, disse ele. “Somos apenas humanos. Não são os erros que cometemos, [mas] é o que escolhemos fazer depois desses erros que realmente contam.”

A mulher que hoje é cristã diz que queria inspirar outras pessoas pela forma como o sargento Truan viveu o cristianismo.

“Embora estivéssemos em lados opostos da lei, este oficial não tinha nada além das melhores intenções e desejos para mim. O vício é uma coisa feia que não afeta apenas o viciado, mas também a família do viciado, a comunidade, os oficiais e suas famílias. Mas, acima de tudo, afeta todos os nossos filhos.”

Ela disse ainda que o sargento Truan deu o exemplo da graça de Deus e mudou sua vida completamente.

Como resultado, Misti aprendeu a respeitar os outros, especialmente os policiais. Ela não fez nada além de quebrar a lei, mas eles mostraram sua bondade e amor.

“Deus nos permitiu ver além dessas barreiras e nos unir como um cristão para outro. Isto aqui é sobre o que se trata. Isto é o que torna a nossa comunidade especial. Só quero agradecer por oraram por mim e agradeço pelo impacto que tiveram na minha vida. A Graça de Deus é tão poderosa. Este é um movimento para unir paz e amor”, finalizou.

Por: guiame.com.br

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“Foi incrível”, disse o líder do ministério ao relatar a transformação na vida dessas mulheres.

Seguindo as orientações bíblicas que inclui “cuidar das viúvas em suas necessidades” (Tg 1.27), o World Challenge — organização internacional que evangeliza, equipa e encoraja cristãos em situação de pobreza — ajudou a construir casas para 60 viúvas na Guatemala. 

Conforme o Christian Post, o ministério de viúvas contou com a ajuda de parceiros locais para ajudá-las também com alimentação e medicamentos. 

Além disso, elas são evangelizadas e recebem treinamento para se tornarem independentes em seu sustento. O projeto começou em 2018 e, no início, não possuía todos os recursos necessários.

Como as viúvas são vistas pela sociedade

Na Guatemala rural, muitas viúvas são marginalizadas e consideradas “um fardo” e sem valor algum para a sociedade.

De olho nessa problemática, a World Challenge trabalha para que elas se sintam valorizadas e dignas.

Nossa missão é ajudar os mais pobres dos pobres, por isso nos juntamos a essa missão local e desde então aceleramos seu programa em 100%”, disse Mark,  diretor global de ministérios de ajuda na organização.

“Visitei todas as casas que construímos, conheci as pessoas e ouvi suas histórias. E é simplesmente inacreditável. Muitas dessas mulheres estavam lutando apenas para sobreviver. A transformação que elas puderam experimentar foi realmente incrível”, disse ainda. 

Transformação de vida

Simona é uma viúva de 90 anos que recebeu uma das casas do ministério e experimentou uma transformação de vida

Ela sofreu muito com a fome e doenças que levaram seus filhos. Sem ninguém para cuidar dela na velhice, Simona ficou adoentada. 

No início, ela dizia que todo o esforço da equipe em construir uma casa para ela seria inútil e não se considerava digna. Ao se ver dentro de um lar, porém, a alegria tomou conta de suas emoções

“Foi como se tivéssemos tirado ela de uma condição horrível e dado a ela um palácio para morar. Alguém que lutou por tanto tempo e agora recebeu um milagre. Pudemos compartilhar com ela o amor de Jesus por sua vida. Mostramos que foi Deus quem a tirou do anonimato. Tivemos esse privilégio”, concluiu Mark.

Por: guiame.com.br

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“Enquanto eu trabalhar duro e manter minha fé em Deus, todo o resto vai se encaixar como deveria”, disse Malik Willis.

Durante uma entrevista, o jogador de futebol americano, Malik Willis, que agora está no Tennessee da NFL (National Football League), disse que é muito abençoado em sua vida de atleta. 

“Deus me colocou em uma posição onde posso usar minha plataforma para glorificá-lo e trazer as pessoas para mais perto Dele”, reconheceu. 

Em suas palavras, além de ser abençoado com habilidades, “ainda posso usar isso para impactar as pessoas e levar alegria para elas”. 

Crescimento na carreira e na fé

A carreira universitária de Willis começou em Auburn, em 2017, e em pouco tempo ele foi transferido para a equipe de futebol americano Liberty. E, numa das maiores escolas cristãs do mundo, cresceu na carreira e na fé.

“Enquanto eu trabalhar duro e manter minha fé em Deus, todo o resto vai se encaixar como deveria”, escreveu Willis, em 2019. 

“Levei muito tempo para ter esse tipo de mentalidade. Agora entendo que sem as lutas, nunca teria a chance de ganhar novas oportunidades”, disse ao se referir à transferência para o Liberty. 

Para o jogador, suas mudanças de time “podem ter sido uma forma que Deus encontrou de desacelerá-lo”, já que, muitas vezes, é preciso “voltar ao básico”, como ele interpretou. 

Questão de obediência

“Essa pode ser a maneira de Deus de me humilhar”, disse Willis. “As pessoas dizem que sou humilde, mas eu não sei se é questão de humildade, e sim de obediência”, disse à Sports Spectrum. 

Para o jogador, seu crescimento é uma estratégia divina para que o mundo seja impactado através dos talentos que Deus lhe deu.

“Sinto que Deus continua me alertando sobre isso: apenas saiba quantas pessoas você influencia e saiba o que isso faz com as pessoas”, destacou.
“Estou ciente de que influencio a vida de muitos jovens”, concluiu o jogador que fala abertamente de sua fé nas redes sociais e sempre termina suas postagens com a frase “Graças a Deus por tudo”.

Por: guiame.com.br

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O pastor Joel Engel fala sobre o significado mais abrangente do decreto da graça de Deus.

Em muitos países, como o Brasil, chefes de Estado, reis ou presidentes podem realizar atos de perdão, mais conhecidos como “indultos”. O pastor Joel Engel falou na terça-feira (26) sobre um perdão ainda mais elevado — aquele que é dado aos pecadores por meio da graça de Deus.

“A graça é o recurso que Deus utiliza para salvar a humanidade”, explicou Engel em culto. “A graça é o fundamento da salvação.”

Afinal, o que é graça? No meio evangélico, a graça costuma ser definida como “um favor imerecido”. Joel Engel concorda com essa definição, mas acredita que o conceito de graça é muito mais profundo.

“A graça não é só ‘um favor imerecido’, mas também aquilo que protege sua vida. Dentro do contexto bíblico, a palavra graça é muito mais ampla do que ‘favor imerecido’. A graça sempre esteve presente na vida dos filhos de Deus, pois é ela que ‘protege nossas vidas’”, explica o pastor.

Para entender melhor, Engel aponta para o significado grego da palavra: graça vem de karis, que significa “favor benevolente, amoroso, espontâneo e imerecido de Deus para com os homens”.

Já no hebraico, a palavra “graça” é ןֵ ח, que transliterada é chên. A palavra chên é formada por duas consoantes: a letra ‘chêt’ e a letra ‘num’. A letra ‘chêt’ significa ‘cerca, guardar, proteger’ e a letra ‘num’ representa ‘vida, vigor’. 

Ou seja, no hebraico, a palavra graça (chên) significa “aquilo que protege sua vida”.

De forma prática, o pastor lembra que o decreto da graça de Deus abrange não só o presente, mas o passado e o futuro.

“A misericórdia pode salvar a vida de uma pessoa, mas a graça faz mais do que isso”, afirma. “A graça vai além da anistia, do indulto e do decreto de liberdade.”

Ele continua: “A misericórdia é um ato presente, mas a graça atinge seu passado e seu futuro: ela lava os seus pecados, apaga as suas dívidas e não deixa nenhuma prova contra você. Ela lava as suas vestes, te dá novas roupas e te deixa puro. No futuro, a graça te torna uma pessoa muito melhor do que antes.”

Misericórdia e Compaixão

Embora a graça seja um conceito mais amplo, o pastor lembra que a misericórdia e a compaixão são elementos dela. 

“A palavra compaixão vem do latim compassio, que significa o ato de partilhar o sofrimento de outra pessoa. É se colocar no lugar do outro”, explica. “Jesus foi movido por íntima compaixão. A compaixão é essencial na vida de um intercessor.”

Embora a graça seja um conceito mais amplo, o pastor lembra que a misericórdia e a compaixão são elementos dela. 

“A palavra compaixão vem do latim compassio, que significa o ato de partilhar o sofrimento de outra pessoa. É se colocar no lugar do outro”, explica. “Jesus foi movido por íntima compaixão. A compaixão é essencial na vida de um intercessor.”

Engel ensina ainda que o objetivo principal da graça de Deus é salvar o homem, mas o que foi dado como favor imerecido, teve um alto custo. “O preço da graça para nós é de graça, mas para Jesus custou muito caro: o sangue do Cordeiro”, afirma.

Quem pode receber a graça de Deus? Quem crer em Jesus como seu Senhor e Salvador, responde Engel. “O decreto de perdão de um presidente não pode ser revogado, mas é questionado quanto à abrangência. Já o decreto de Deus jamais pode ser revogado ou questionado, pois é inviolável, irreversível. Esse decreto está selado no sangue de Jesus!”

Por:guiame.com.br

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Uma família indiana vive grandes milagres depois de aceitar Jesus como Senhor e Salvador.

A história de fé do jovem indiano, Rajat, mostra que o encontro com Jesus não depende da cultura ou do lugar onde uma pessoa nasce. Ele conta que nasceu numa família hindu e que seus pais se casaram fiéis à crença de costume.

Porém, a avó de Rajat havia se convertido ao cristianismo. “Ela orava e jejuava o tempo todo. Era uma guerreira na oração. Às vezes, via ela orando durante a noite”, conta Rajat que nasceu 7 anos após o casamento de seu pai e sua mãe. 

Todos os rituais foram feitos quando Rajat foi apresentado no templo hindu, incluindo as oferendas ao ídolo. “Mas, antes de eu nascer, minha avó já havia me dedicado ao Senhor. Esse foi o motivo da batalha por minha vida”, relatou.

Algo estranho aconteceu

Assim que Rajat nasceu, sua avó colocou uma cruz na porta da frente de sua casa. “Minha mãe ficou muito brava com ela e jogou a cruz para fora. Mas naquela noite, a mão direita da minha mãe ficou inchada e dolorida e ela mal podia dormir direito por causa dessa dor”, disse.

“Não havia acontecido nada de errado com a sua mão e ela queria saber o que estava acontecendo. Então ela percebeu: ‘Ah! Joguei aquela cruz com essa mão. Por isso, ela decidiu ver minha avó e seus amigos cristãos”, explicou.

Eles oraram e sua mão melhorou. Ela saiu dali aliviada e começou a acreditar em Jesus, mas não totalmente. Minha mãe ainda ainda estava fazendo adoração a ídolos”, continuou.

Um milagre em seus braços

“Nessa época, eu ainda era um bebê. Fiquei doente e com muita febre. Minha mãe e meu pai me levaram ao médico, ao hospital e ao templo hindu. Eles colocaram um ‘tikka’ na minha testa. Mas não melhorei”, disse ao se referir ao costume indiano de marcar a testa com um pó vermelho a fim de “abrir o sexto chakra”. 

Vendo que nada resolvia, seus pais o levaram da Índia para o Nepal, onde vivia a família da mãe. “De repente, minha febre aumentou. Minha mãe queria ficar no Nepal e meu pai queria voltar para a Índia”, destacou.

“Naquela noite, enquanto minha mãe me segurava nos braços, sentiu muito medo. Foi quando orou a Jesus: Se meu filho for curado, eu te seguirei como meu Senhor e Salvador. 

“Ela conta que minha cura foi instantânea e que fiquei totalmente curado. Minha mãe ficou chocada. E desde aquele tempo ela crê fortemente em Jesus. E eu nunca mais tive doença alguma”, revelou.

“Hoje em dia, minha mãe também é uma guerreira de oração, como era minha avó. No início, meu pai foi relutante e ele negava tudo. Até que, um dia, um pregador visitante veio à nossa porta”, lembrou.

“Ele compartilhou com meu pai sobre Jesus morrendo na cruz por nós. Algo mudou dentro do seu coração e ele se apressou para ser batizado. Depois passou a ler a Bíblia”, prosseguiu.

Todas as religiões são iguais?

Apesar de sua fé em Cristo e de ser líder de louvor de sua igreja, Rajat ainda tinha dúvidas dentro dele: “Quem criou Deus? Como surgiu o pecado? Será que todas as religiões são iguais? Eu ainda me perguntava”. 

Até que, um dia, sua mãe adoeceu. “Eu tinha 15 anos e estava em casa junto com minha irmã mais nova. O corpo da minha mãe estava ficando frio e eu pensei que ela estava morrendo”, recordou.

“Naquela hora, eu comecei a chorar e peguei meu violão. Eu orava e cantava, enquanto pedia para Deus ouvir a minha oração. Aquela foi a verdadeira adoração do meu coração e eu sentia a presença de Deus, era muito forte”, compartilhou. 

“Quando terminei a música, vi que minha mãe estava curada. Havia acontecido um milagre em nossas vidas. A partir daquele momento, eu acreditei plenamente em Cristo. Minha fé tem crescido desde então. Tenho lido a palavra de Deus o tempo todo e minhas perguntas foram respondidas”, concluiu. 

Conforme o Eternity News, atualmente Rajat está formado em Artes e aprendeu a língua nepalesa. Ele conseguiu um emprego onde há muitos cristãos e tem ajudado no sustento da família.

Ele continua louvando a Deus e agora com a companhia da irmã mais nova, que também é cantora. “É verdade o que está escrito em Mateus 6.33: “Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas”. 

Por: guiame.com.br

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