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Lojas virtuais devem movimentar R$ 16 bilhões com compras de Natal

por Correio do Maranhão
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Associação Brasileira de Comércio Eletrônico projeta 37 milhões de pedidos, com tíquete médio de R$ 445

Até esta sexta-feira (24), o comércio virtual deve faturar R$ 16,6 bilhões com as vendas de Natal, um aumento de 18% em relação ao ano passado. A expectativa é da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), entidade que reúne representantes de lojas virtuais e prestadores de serviço.

Os empresários projetam 37,5 milhões de pedidos e tíquete médio de R$ 445, com a atração dos consumidores que tentam fugir das aglomerações em shoppings e lojas físicas e também daqueles que optam pela facilidade da compra por cliques.

Os presentes mais procurados devem sair dos setores de informática, celulares, eletrônicos, brinquedos, moda e acessórios. “A telefonia sempre desponta. Também os produtos de informática. A pandemia fez com que esse setor voltasse a ter destaque.

Muita gente se adaptando ao novo formato de home office e quer um equipamento de informática um pouquinho melhor”, destacou o vice-presidente da Abcomm, Rodrigo Bandeira Santos.

O levantamento das compras de fim de ano feito pela entidade leva em consideração o período de 15 de novembro a 24 de dezembro. No entanto, Bandeira aponta que os consumidores não usaram a Black Friday para antecipar os presentes.

A data foi prejudicada pela crise mundial de insumos, a desvalorização do real frente ao dólar e ainda pelo cenário social e econômico do país.

Devido ao prazo de entrega, as compras online do Natal tendem a ser feitas na primeira quinzena de dezembro, mas o vice-presidente da Abcomm destaca que muitas lojas oferecem opções para os pedidos finais.

“Têm marcas oferecendo garantias de entregas em algumas horas”, comentou.

Para garantir compras seguras, Santos orienta que a própria internet é a principal ferramenta para evitar golpes. “Pesquisas sobre determinada loja, marca e produto ou até mesmo sobre a utilização e aplicabilidade.

As pessoas compartilham muito suas impressões, reclamações nas redes sociais e em sites, que são uma excelente fonte de consulta para que se veja um problema antes que ele aconteça de fato”, alertou.

Confira as dicas do Procon do Rio de Janeiro para compras virtuais

  • Buscar informações sobre o site da compra, verificar se há reclamações em redes sociais, sites de consulta e referências com amigos ou família;
  • Sites confiáveis divulgam o endereço físico e algum telefone ou e-mail para atendimento ao cliente;
  • Recomendação é de que o consumidor prefira sempre digitar o endereço no navegador ao invés de clicar em links;
  • Antes de fornecer informações pessoais para realização da compra, certificar-se de que o site digitado confere com o da loja buscada;
  • Guardar todos os dados da compra, como valor, forma de pagamento e número do pedido. Se for possível, capturar a tela da confirmação e manter os e-mails trocados com o fornecedor;
  • A nota fiscal eletrônica ou impressa deve ser entregue ao consumidor;
  • O consumidor que se arrependeu da compra, seja qual for o motivo, pode devolver o produto em até sete dias e deve receber todo o valor pago, inclusive as despesas do frete.

Por: CNN

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