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Brasil sobra e põe três na final do skate park nas Olimpíadas de Tóquio

por Correio do Maranhão
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Luiz Francisco, Pedro Quintas e Pedro Barros dominam eliminatórias no Centro de Esportes Urbanos de Ariake e tentam medalha a partir das 0h30 de Brasília

O Brasil terá três representantes na briga por medalhas na finalíssima do skate park masculino no Centro de Esportes Urbanos de Ariake, casa da modalidade nas Olimpíadas de Tóquio. Luiz Francisco, Pedro Quintas e Pedro Barros vão encarar seis atletas para definir o pódio abaixo do infernal calor na instalação, que ao longo desta manhã ficou na casa dos 33ºC (com sensação térmica de 39ºC).

A final será realizada a partir das 12h30 desta quinta-feira em Tóquio (0h30 de Brasília), com os oito melhores colocados das eliminatórias.

O país tem duas medalhas no skate conquistadas na capital japonesa. Foram ambas de prata, com Rayssa Leal e Kelvin Hoefler na modalidade street.

A primeira bateria eliminatória não teve brasileiros. Na segunda, Pedro Quintas foi o primeiro do país a estrear na pista do Centro de Esportes Urbanos de Ariake. Na primeira volta, ele se desequilibrou e pôs a mão no chão, o que reduziu sua nota, que acabou como 59.55. Na segunda, sofreu uma queda logo de cara e recebeu uma nota de 6.47.

Pressionado em sua terceira volta, Pedro foi incrível. Com uma sequência impressionante, obteve 79.02 de pontuação, melhor nota entre todos os competidores até então.

Na abertura da terceira série eliminatória, o australiano Kieran Woolley cravou uma série sensacional e quando estava para fechá-la colidiu com um cinegrafista do serviço de transmissão dos Jogos em uma cena hilária. Os dois se levantaram, se cumprimentaram e skate seguiu.

Logo depois de Woolley, Luizinho Francisco fez sua primeira volta nas Olimpíadas. E se saiu muito bem, ganhando 81.50 dos árbitros e praticamente assegurando vaga na finalíssima. Mas ele não estava contente. Na segunda passagem, o paulistano foi ainda melhor, mais ousado e acabou premiado: tirou 84.31, a melhor entre todos até aquele momento.

Na terceira, tentou um elemento ainda mais difícil e caiu (teve 12.74), mas já havia garantido a vaga na briga por medalhas.

A quarta e última bateria contou com a presença de Pedro Barros. E, logo na sua primeira descida, foi bem. Não com um notão, mas com uma apresentação sólida, obteve 73.00. Na segunda passagem, foi ainda melhor, com 77.14. O catarinense caiu na terceira, porém avançou bem para a decisão.

Por: Paulo Roberto Conde 

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